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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A falta de vergonha de Vítor Pereira

Em declarações ontem prestadas aos jornalistas na sequência de mais uma série de inacreditáveis decisões das equipas de arbitragem, o impagável Vítor Pereira - uma das caras da Liga, note-se! -, parece ter dito esta coisa espantosa: «Se não acreditam não vão ao futebol».
Eu não tenho nem nunca tive - diga-se -, qualquer fé na ideia peregrina de que Hermínio Loureiro, Ricardo Costa e este artista (que validava golos que não chegavam sequer a entrar na baliza), viessem para moralizar o que quer que fosse, e muito menos o futebol português. Mas já me parece que se exagera um pouco quando as criaturas se sentem de mãos livres para tratar desta forma os adeptos dos vários clubes, os clientes do negócio que os alimenta. Se após estas declarações ninguém o meter no olho da rua... é caso para considerar que a falta de vergonha dos mandantes do futebol tuga atingiu hoje níveis nunca antes vistos. Será que Hermínio Loureiro não percebe que se os adeptos do futebol fizessem a vontade ao sr. Pereira os estádios portugueses não teriam lá, sequer, os árbitros, os observadores e toda aquela malta que o sr. Pereira controla?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

6-2-3-1

Comunicado da SAD do Belenenses:
O Belenenses reitera o repúdio em relação à arbitragem do jogo de sábado, com o Nacional, sentindo-se altamente penalizado com as decisões do árbitro Rui Costa, de resto, como a Comunicação Social em peso fez eco.
Um golo mal anulado, uma falta para livre directo à entrada da área adversária ignorada e, na sequência deste lance, uma mão clara que origina o terceiro golo do Nacional são erros a mais para poderem ser ignorados, até porque têm, obviamente, influência directa no resultado.
O Belenenses vai pedir uma reunião com a Comissão de Arbitragem e espera ser recebido já esta semana por Vítor Pereira, para lhe dar conta do enorme desagrado de como tem vindo a ser tratado e prejudicado em matéria de abitragem.
A presença de vários associados no aeroporo, na madrugada de domingo, serviu inclusive para dar mais força a esta tomada de posição, na sequência das palavras de conforto e estímulo que então foram dirigidas a jogadores, técnicos e dirigentes.
A SAD anda meiga... podia ter acrescentado, pelo menos e para não ir mais longe, um vermelho directo que ficou por mostrar a Mateus por entrada que em qualquer campeonato europeu civilizado significa agressão (como aliás creio que o Record registou e bem).
Registado mais um gamanço despudorado da arbitragem - seria interessante ouvir o aldrabão do Vítor Pereira sobre as acusações de João Barbosa no final da partida da Choupana -, importa registar que Jaime Pacheco tem de momento (e descontando os homens do apito contra os quais a verdade desportiva nada pode nos dias que correm), dois problemas sérios para resolver: o Belenenses tem que deixar de oferecer meio tempo ao adversário - são jogos a mais a sofrer 45 minutos sem necessidade -, e, não menos importante, o mister - resolvido que ameaça estar o problema dos golos marcados - tem que encontrar uma solução para os golos sofridos (admito que apenas em Janeiro), visto que a defesa é tudo menos sólida e já são jogos a mais a actuar apenas com lateral-direito (e adaptado). Amaral, Devic e Gonçalo Brandão davam jeito? Pois é(ra), sr. Sequeira...
Fica uma palavra de apreço para a maior parte dos nossos profissionais e também para Jaime Pacheco que teve a coragem de herdar um plantel inacreditável mas com o qual já teria dado a volta por cima não fossem as aldrabices que vão matando o futebol português - mais 5 pontos pelo menos, sendo meigo para a quadrilha do sr. Pereira. Eles sim, são homens dignos da sua profissão. É ao seu lado que estaremos face às finais que se aproximam a passo largo. Haja juízo em Janeiro e vamos fazer uma segunda volta muito competente, podem escrever!